Amor

Ao longo da história muitos ousaram escrever sobre amor, ora sobre amar, ora sobre ser amado, sobre a desilusão do amor ou sobre o prazer que dá no nosso corpo. Mas o amor é o quê? Que ousadia a minha!

Amor pelos pais, amor pelo(a) cônjuge, amor pelo(s) filho(s) e/ou pelos animais de estimação; amor por bens materiais, por atividades ou hobbies, amor próprio…sinto-os todos! Todos tão diferentes, todos tão preenchentes e até frustrantes.

Amar é querer mas nem sempre poder, pois poder e querer mete de lado o respeito, e amar é respeitar. É ter orgulho em quem temos, no que temos ou no que somos, porém com o reconhecimento de que a vida é um processo constante de evolução, e que por isso o amor se adapta.

Quando amamos somos humildes; equilibramos quem somos e o que queremos face a quem amamos e ao que querem, tal como o somos quando somos amados, pois recebemos e damos, não cobramos.

O amor preenche o corpo, faz mover e sorrir. Reza a lenda de que o amor dá fome! Porém, o meu apetite sempre foi uma constante. Talvez o meu amor também!

Amar é difícil e por vezes desapontante, mas se não tivéssemos empregos, que mais sobraria para além de sobreviver? Talvez amar, viver quem sabe, seja isso o que for.

Amor, obrigado.

One thought on “Amor”

  1. Amar é dar-se. Um dar-se incondicional, uma entrega gratuita, em que se dá o que se consegue sem nada esperar de volta. Amar é viver, é respirar, amar é sentir, amar é saber, na vida, conjugar o verbo em todos os tempos e modos, em que a generosidade se confunde com a sublimação do desejo, da vontade e da entrega incondicional do próprio ser. Amar não exige medida, amar não exige métrica, amar é, em verdade, abdicar do próprio “eu” para o plasmar com o “eu” de quem se quer bem, numa caminhada de aprofundamento do conhecimento em simbiose e do respeito das partes em unidade constituídas..

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