Odivelas – Serpins – Torre

Diz a regra da união e camaradagem que em circunstância alguma se deixa alguém para trás. Quis o destino que no nosso grupo existisse um administrador de condomínio, com reunião marcada para a hora prevista de chegada ao destino, previamente acordada – A boa educação e polidez chamam a este fenómeno de “esquecimento”. Nós, em jeito masculino e de trato social, decidimos fazer troça mas lá aceitámos partir à hora da mudança de dia, para que um camarada não ficasse para trás; e sofremos em autoestrada.

O vazio escuro, o vento constante, a temperatura que teimava em descer a cada quilómetro fizeram desta uma viagem cujos pontos de destaque foram apenas os “picanços” normais de um grupo dividido entre uma marca nipónica e uma germânica, sendo que esta última ficou a ganhar. Não pela velocidade de ponta ou pela capacidade de aceleração, mas por existir um proprietário humilde que, no alto da sua GS1200, se desviou para nos desejar boa viagem – Comportamento raro vindo da equipa germânica, afirma o nosso administrador.

Já na base de repouso, fechamos o grupo com o camarada que partiu adiantado, somando gozo e diminuindo GB’s livres no cartão de memória da sua máquina fotográfica.

Entre convívio e partilha, termina o dia com o desejo de acordar cedo e disfrutar da Serra da Estrela.

Vamos dormir!

https://youtu.be/JtG5castBmM

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